Hoje no Kindle Blog Brasil

Esse artigo não pretende discutir as implicações todas do DRM na vida dos leitores de e-book no Brasil,embora sinalize alguns,mas traz boas dicas para quem quiser topar o preço das nossas livrarias virtuais e ler em qualquer dispositivo de leitura,especialmente o Kindle.  Confira aqui:

E-books:formatos,DRM e a vida de um e-leitor no Brasil

Leituras recentes

O livro Contos,de Eça de Queiroz em versão e-book está disponível gratuitamente no Projeto Gutenberg. A equipe do Kindle Blog Brasil comenta nessa edição do KindleCastBR suas impressões da leitura,incluindo aspectos técnicos do e-book. Confira!

Falando mais sobre E-books

Apenas algumas provocações lá no Revolução E-book:

Da página aos pixels

Atendendo ao chamado da Vanessa,aqui vai o Meme Literário Como você lê?
Meme Literário Fio de Ariadne - Ano 6

Poderia ser suscinta e dizer que leio de qualquer jeito que seja possível. Qualquer brecha no dia,sala de espera,um café,aquela reunião que atrasou…Antes de dormir prefiro evitar,do contrário deixo de dormir. Quando não tinha carro,lia muito mais do que hoje,porque mesmo se não tivesse lugar para sentar no ônibus,lá sacava eu o livro da vez. Por outro lado,agora que tenho um Kindle,consigo carregar muitos livros ao mesmo tempo sem prejudicar a coluna como peso da bolsa. Costumo ler vários títulos concomitantemente,embora sempre me concentre com mais afinco em 2 ou 3 (por agora Ana Kariênina,Quincas Borba e Contos de Eça de Queiroz –esses últimos no kindle,o 1º em papel,portanto,somente casa!).
Marcador de página? Tenho toneladas em casa e toda vez que preciso de um é uma batalha para encontrar. Não gosto de dobrar a página, mas não importo com anotações,seja a lápis ou com caneta mesmo. Esse é o único ponto em que o Kindle perde…ele permite fazer anotações,mas eu gosto mesmo é de rabiscar meus livros.

E vida longa ao fio!

Tolstói e Eça de Queiroz

Construção

Sair da inércia é sempre capaz de produzir algo,não! Agora que o site já está razoavelmente configurado,resta alimentá-lo e voltar ao que interessa:escrever!

Então vamos em frente que para a semana há que se produzir o artigo semanal que me propus a fazer para o Revolução E-book,um post inédito para o Kindle Blog Brasil,onde colaboro mas ando calada e,por fim,mas neste momento,mais importante,concluir o material para enviar para a Revista Granta,que está recebendo material de escritores nascidos a partir de 1972 até o próximo dia 30.

Lançamento do livro VIDAS

Há algum tempo atrás,Elaine aspareto,uma blogueira muito bacana,teve uma idéia e acreditou. Lançou um concurso de contos entre blogueiros e reuniu gente de muitos lugares com textos de matizes variados. Dessa iniciativa nasceu o livro Vidas,onde está o meu conto Barulhos,que ficou entre os quatro mais votados e me deu a oportunidade de enviar outro texto –Lentes.

Os volumes “nasceram”no aniversário da Elaine,um presente merecido! Eles já podem ser comprados,descubra como clicando na imagem do livro (feita pela Macá).

VIDAS

Coletânea de contos Vidas

Simbologias

Domínio,no dicionário Aurélio (prefiro o Houaiss,mas não estava à mão),é “Capacidade de dominar;preponderância:adquirir o domínio de uma situação econômica./ Poder de controlar. [...] Domínio de si,controle das próprias emoções. Dir. Propriedade de bens imobiliários. Território extenso pertencente a um senhorio;Possessões de um Estado. Espaço ocupado. [...]”

Apesar de certa diferença do significado da palavra no campo da informática,há correlação,e o caso é que agora,como mais um recorte das possibilidades da vida,da escrita e desse nosso tempo,o blog (que logo será apenas uma parte do site) está num domínio próprio!

O espaço ainda seguirá (e retomará com força) o propósito de divulgar a literatura (não só a minha),a publicação independente,os e-books e toda possibilidade da palavra.

Revolução E-book agora é site

A lista no google groups que surgiu há cerca de um ano,por iniciativa da galera da Simplíssimo,agora tem um espaço para registrar e ampliar as discussões que rolam entre leitores,escritores,editores,programadores e todos os “fazedores”de tantas coisas que envolvem o universo do livro eletrônico.

Dinâmico,de visual convidativo e novinho em folha. Bora conferir aqui!?

Debatendo pixels x páginas

Tempos atrás a Rafa Lombardino postou no Kindle Blog um infográfico a respeito das supostas vantagens ambientais dos e-books e nos comentários do post iniciamos uma discussão sobre o tema. No final das contas,convergimos para certo ceticismo quanto às vantagens ambientais (sempre tendo em mente que este não é o ponto central da discussão quando se trata de ter um e-reader ou não e promover ou não os e-books) e lamentamos pela indisponibilidade (naquele momento) de comparativos similares ao apresentado que trouxessem as opiniões “do outro lado”.

Prometi investigar e consegui com um amigo material produzido pela International Paper – uma parte interessada,sem dúvida,pois produz celulose e papel,mas que traz abordagens que julguei merecedoras de atenção. Segue uma livre tradução entremeada de meus próprios pitacos. O material original pode ser lido (em inglês) aqui.

O artigo aborda o seguinte fato e seus desdobramentos:qualquer processo de comunicação provoca algum tipo de impacto ambiental. Possivelmente várias pessoas já devem ter parado um segundo ao menos para ponderar que cada e-mail enviado / recebido,implica em consumo de energia. O mesmo é válido para o envio de uma carta pelo correio. Mas para avaliar,no fim das contas,a melhor alternativa em termos de racionalidade no uso recursos naturais a análise precisa ser ampla,não pode se restringir à comparação do tempo de consumo de energia com o computador ligado enquanto se digita o mail + tempo equivalente para quem lê e comparar diretamente com o tempo do escrever / receber a carta. Essa é uma visão insuficiente para se chegar a uma resposta. Há que se pensar no custo energético por trás desse atos mais simples –todos os servidores que permitem o funcionamento da web,toda a logística de transporte que envolve a distribuição física da comunicação.

Ao iniciar a discussão do que pode ser considerado sustentável,o material começa com a defesa da inerente sustentabilidade da indústria de celulose e papel,uma vez que toda a madeira utilizada (no caso da International Paper e da imensa maioria de indústrias do ramo) vem de plantações florestais,ou seja,são árvores plantadas com a finalidade de suprir as fábricas e não extraídas da natureza,de florestas nativas.

A argumentação segue com o lembrete de que um computador requer recursos oriundos de mineração e da indústria química. Muitos minerais e metais,incluindo ouro,prata assim como grande quantidade de plásticos e solventes – todos recursos não renováveis.

A vida útil de um computador (e isso se estende para tablets,e em certa medida e-readers) pode ser considerada curta e tem contribuído para o crescimento da geração de resíduos do mundo todo.

Diz o material que o impacto em geração de CO2 é 30% menor para uma leitura diária de 30 minutos no jornal impresso em comparção à leitura de notícias online. Seguindo a linha dos infográficos,eis a comparação apresentada em termos de consumo de energia da indústria de celulose e papel x centros de armazenamento de dados.

Outro ponto discutido na “competição” entre as formas de disseminação de conteúdo (impressão x eletrônico) é a questão do potencial para reciclagem. Apesar de haver certas ressalvas quanto à viabilidade de reciclagem e o impacto ambiental do processo para certos tipos de papel,não há como negar que é muito mais frequente e viável do que a reciclagem de componentes eletrônicos. Entretanto,ambos ainda devem melhorar. Veja:

O artigo conclui de maneira um tanto óbvia,defendendo que a “briga”entre qual o melhor meio em termos ambientais não é o caminho,mas que devemos buscar o balanço ideal e tratá-los como meios complementares.
E como não se trata tanto de concordar ou discordar,apenas acrescento que considero enganoso e dispensável argumentar a favor de um ou outro com base na análise  ambiental. Há tantos outros aspectos relacionados com o interesse e conforto do mercado que delinearão os rumos do tema que poderíamos gastar horas debatendo,mas eu vou continuar me deliciando com a praticidade de carregar meu kindle para qualquer lugar,gostando da situação de só precisar carregá-lo a cada 15 ou 20 dias de uso.

Jasmins e Alfaces

Meus personagens poderiam estar matando (alguns o fazem,mesmo…),poderiam estar roubando (mas sem deixar provas…),mas não,eles estão pedindo um simples votinho!!

O conto Jasmins e Alfaces está participando do concurso Eu Amo Escrever! Os 50 contos mais votados passarão para a próxima fase. A chance é pequena,por duas razões:1) há contos que já estão disponíveis para votação há muito mais tempo e já alcançaram uma votação beemmmmm expressiva; e 2) minha teia de conhecidos na web não cabe no conceito de imensa.

Mas eu sou teimosa,então insito pedindo o apoio dos amigos e leitores do blog.

Para votar é só clicar nos corações acima do título. E suas impressões sobre o conto são bem-vindas,independente da favorabilidade. E então? Bora lá dar um help??? Clica aqui,ó. E chama os amigos pra votar támbém!!! ;o)